Data: Quarta, 08/09/2010
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Entrevista
Walter Pinheiro (PT)

Nesta entrevista ao Política Hoje, o candidato ao Senado pelo PT, Walter Pinheiro qualifica como “saudável” e “muito positiva” a disputa interna com Waldir Pires pela segunda vaga na chapa majoritária do partido, fala sobre os casos Valec e Instituto Brasil, cita o nome de Lídice várias vezes e minimiza o episódio da pichação de muros no início da campanha: “não podemos deixar que uma tinta no muro possa manchar essa boa tela que vamos pintar”. Por Marcos Russo.

 

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Artigos
Política no interior

"Falar de política do interior é fazer um estudo sistemático do clientelismo. As relações clientelísticas são gritantes e invadem todo universo do funcionalismo. A contaminação se tornou algo comum e aceitável por toda população, porque todos os habitantes dessas pequenas cidades também anseiam um dia estar inseridos neste questionável sistema de trocas." Por Deomar Santos Pinto.

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Flagra!
Classe desunida

Barraqueira que teve sua estrutura demolida na praia de Tubarão (subúrbio ferroviário de Salvador) disse que o presidente da associação dos barraqueiros, Alan Rebelato, omitiu dos demais colegas que haveria reunião nesta quinta-feira (2) com o prefeito João Henrique. Sentindo-se traída, a barraqueira partiu para cima do líder da categoria.

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Você Leitor

Ler o artigo sobre as mulheres na política me trouxe surpresas ao perceber que ter duas candidatas mulheres diminui em quase nada a valorização masculina que se encontra "mais amalgamada" do que eu imaginava na nossa cultura e sociedade atuais”. (Fernanda Matos - 31/08/2010)

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Enquete
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Terceirizações crescem 40% na gestão de Serra em SP
30/07/2010 15:20

Enquanto o candidato José Serra (PSDB) torna a crítica ao inchaço da máquina pública e o loteamento de cargos no governo federal uma das bandeiras de campanha, a administração do tucano em São Paulo teve como uma de suas marcas as terceirizações. De acordo com dados do Sisgeo (sistema de gerenciamento do orçamento paulista), despesas com contratações de serviços que poderiam ser feitos por servidores do governo, mas foram repassados a terceiros, como limpeza, segurança, vigilância, além de repasses a entidades conveniadas, cresceram 40% de 2006 a 2009.

Questionado sobre as tercerizações na última quinta-feira, o candidato tucano negou demissões se for eleito e disse que vai combater o inchaço da máquina acabando com desperdícios. Ele admitiu que na esfera federal há funcionários demais, mas aponta que o problema está nos cargos comissionados (que não precisam de concursos), e não nos funcionários públicos. Serra afirmou que abriu 110 mil vagas em concursos no Estado, quando governou São Paulo.
 

Essa marca da administração tucana de optar por repassar a terceiros funções que antes eram exercidas pelo Estado foi sentida logo que Serra sentou na cadeira de governador, em 2007. Em seu segundo dia de mandato, o tucano assinou um decreto determinando o enxugamento em 15% os gastos com funcionários em cargos de comissão ou função de confiança. Atualmente, dos quase 450 mil funcionários do governo, apenas 6.239 (1,4%) são comissionados.
 

Já o gasto com terceirizações só cresceu. Em 2006 – último ano da gestão de Geraldo Alckmin (PSDB) – o governo gastou R$ 7,95 bilhões. No ano seguinte, primeiro de Serra no Palácio dos Bandeirantes, o valor saltou para R$ 8,53 bilhões, com altas sucessivas nos anos seguintes: R$ 9,61 bilhões em 2008 e R$ 10,26 bilhões em 2009. Serra deixou o governo em abril deste ano para disputar a Presidência.
 

Para fazer o cálculo, foram considerados todos os serviços que seriam de responsabilidade do Estado e os que ele paga alguém (empresas) para fazer. Além dos serviços já citados, também entram na conta repasses a organizações sociais, como as que administram hospitais públicos, a entidades de assistência a presos e também as terceirizações de leitos, ou seja, quando o governo paga uma espécie de aluguel a um hospital privado por internações de pacientes.
 

Solicitado, o governo não informou um valor oficial destes gastos, nem quantos empregados terceirizados prestam serviço para o Estado atualmente. A assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Gestão afirma não haver um controle, pois as contratações são referentes a serviços e quem decide se vai usar uma ou cem pessoas para realizá-los são as próprias empresas contratadas.



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Coluna
Política tem Graça - 06/09/2010

Como o pessoal da Axé Music reagiria se o caso da quebra do sigilo fiscal acontecesse na Bahia? Qual a fórmula do sucesso do casamento de João Henrique e Maria Luiza? O que Dona Canô postou em seu twitter depois de receber a visita de César e Tércia Borges na semana passada? E mais: a votação secreta do BBB PMDB. Por Bárbara Souza

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Jogo Rápido
Popó: o esporte como bandeira

 O Política Hoje lança a seção "Jogo Rápido" para que nossos leitores conheçam um pouco melhor a proposta dos candidatos a deputado federal. Como 251 candidatos disputam o cargo, o site trará entrevistas com pelo menos um candidato de cada legenda. Todos responderão cinco perguntas sobre a candidatura, principais bandeiras e atuação na Câmara Federal. O Jogo Rápido estreia com o candidato Popó (PRB). Confira!

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Frase da Semana
Souto não acredita em segundo turno sem sua participação

"Eu não falo sobre essa hipótese". Do candidato ao governo do Estado pela coligação "A Bahia Merece Mais", Paulo Souto (DEM), ao ser questionado pelo apresentador do programa "Que Venha o Povo", da TV Aratu, sobre quem apoiaria num eventual segundo turno entre Jaques Wagner (PT) e Geddel Vieira Lima (PMDB).

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